segunda-feira, 23 de novembro de 2015

     Não se esqueça sera neste domingo 

            dia 29 de novembro 

LANÇAMENTO DO LIVRO "O DESENHO DO IDOSO E SESSÃO DE AUTÓGRAFOS

Domingo, 29 de Novembro das 14:30 – 18:00h


Elevado – https://www.facebook.com/elevadosp/

Rua Doutor Albuquerque Lins, 489 – Santa Cecília, São Paulo – SP.

sábado, 21 de novembro de 2015

Muito importante sempre nos lembramos destes detalhes que podem fazer a diferença !!
Cuidando do cuidador   ( fonte Abraz )    12 passos do Cuidador
1. Preciso lembrar que é possível controlar o efeito da doença sobre nós todos.
A demência é crônica e é preciso reconhecer quais os aspectos que são controláveis. A prece da Serenidade diz: “Deus me dê serenidade para aceitar aquilo que não posso mudar, coragem para mudar aquilo que posso, e sabedoria para saber a diferença”.
2. Preciso cuidar de mim.
Se dê permissão para tirar força das atividades fora do lar que proporcionam prazer. 
Não é necessário sentir se egoísta ou culpada - você também é uma pessoa muito importante.
3. Preciso simplificar meu estilo de vida.
Procure identificar aquilo que é mais importante no seu dia e saiba deixar em segundo plano o que não é necessário.
4. Preciso permitir que outros me ajudem.
Aprenda a pedir a ajuda de outros membros da família ou amigos.
5. Preciso viver um dia de cada vez.
Pense nos desafios do dia para focalizar ali as suas energias.
6. Preciso estruturar o meu dia.
Estrutura, rotina e rituais são importantes para proporcionar segurança ao paciente e melhor usar o tempo.
7. Preciso manter um senso de humor.
Muitas vezes a saída para uma situação difícil.
8. Preciso lembrar que o comportamento emoções da pessoa é distorcido pela doença. Ela não está sendo “difícil” ou se vingando de algo no passado.
9. Preciso apreciar e dar mais importância àquilo que a pessoa ainda pode fazer. 
Focalize nos bons momentos e não se tormenta com lembranças sobre como a pessoa era no passado.
10. Preciso depender de outros relacionamentos para me dar amor e apoio.
O ser humano gosta de ter seu afeto correspondido e a pessoa com demência pode não mais satisfazer esta necessidade.
11. Preciso me lembrar que estou dando o melhor de mim neste momento.
Reconhecer seus limites e não gastar energia com pensamentos negativos.
12. Uma Força Superior está disponível para mim.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Estou lançando meu novo livro “O desenho do Idoso “baseado  nos ensinamentos de Jung.

Reserve este dia 29 de novembro das 14, 30 até 18 horas, para minha tarde de autógrafos

No Elevado Rua Doutor Albuquerque Lins, 489 - Santa Cecília, 01230-001 São Paulo ( próximo ao metro Marechal Deodoro ) Não falte você è muito importante!!
leiam a entrevista que dei ao jornal da 3idade  em http://www.jornal3idade.com.br/?p=4942


Abraços 

Nancy Rabello 

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Para refletir hoje : Sobre a Morte e os Desenhos 


 No meu novo livro "O desenho do Idoso!" , há um capitulo que falo sobre os desenhos que nos contam sobre o envelhecer e a morte , digo assim" O tempo é implacável, ele continua a correr e vamos envelhecendo sempre e, por mais que nos cuidemos do nosso físico, iremos envelhecer." p 151
Mais adiante "......A morte é algo inevitável, portanto é importante que se trabalhe com este aspecto, que é muito difícil, tanto para os mais jovens como, principalmente, para os mais velhos." p 152
Ainda afirmo que ".....O desenho pode ser uma forma de trazer este assunto à tona, possibilitando posteriormente desenvolver um trabalho com esta temática" p 153 Nancy Rabello

                                   Vale conferir ! 

sábado, 10 de outubro de 2015

                      O dia da criança e do professor 

Em outubro temos estas datas que agitam a escola. 
O que fazer para homenagear a criança e o professor ?

Penso que reconhecer que a criança traz em seus desenhos uma linguagem e poder entende-la,  é prestigiar a criança, entendendo uma das formas que usa para se comunicar. 
Mas  como adquirir este conhecimento ? Ah este conhecimento pode ser adquirido com muitas leituras, estudo  e observação. 


Penso que oferecer um curso, ou um novo olhar sobre o desenho, novas leituras aos seus profissionais é uma maneira de também valoriza -los, dando lhes ferramentas para entender seus alunos cade vez mais.


Ficam aqui as minhas dicas ..... valorizem seus alunos, suas crianças e seus professores, deem  um diferencial a sua escola..... busquem dar lhes sempre mais conhecimentos, mais vivencias que lhes abram novos horizontes.

            Feliz dia da Criança e Feliz dia do Professor  








quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Palestra Nancy Rabello - Conhecendo o desenho infantil e suas simbologias



Você que me acompanha e que curtiu as dicas que enviei pela internet , não pode faltar na minha palestra !!!!!

Venham participar será dia 15 de agosto. 

Faça já sua inscrição pelo site www.odesenhoinfantil.com




sábado, 1 de agosto de 2015

                   

Olá para saber muito mais sobre o desenho infantil, participe de minha palestra, dia 15 de agosto, você que curtiu minhas dicas não vai perder esta chance, aqui em SP. 
Faça sua inscrição pelo site www.odesenhoinfantil.com na loja virtual. 
Ah se você desejar, poderemos agendar uma palestra em sua escola, para que seu corpo docente ganhe um diferencial. 
Agendamentos pelo e mail nancytrindade07@gmail.com 

          A LINGUAGEM DO DESENHO INFANTIL



Penso que você deve estar curiosa (o) para saber como as crianças se comunicam por meio dos traços e das cores em seu desenho, e como nos podemos entender esta comunicação? 

Vejam as crianças, por vezes não conseguem falar o que sentem, o que lhes aflige.      

Mas inconscientemente estes medos, inseguranças, alegrias, temores, tranquilidade, vão sendo passados para o papel, e se nós observadores tivermos conhecimentos de algumas simbologias, entenderemos esta linguagem. 
Vários aspectos da casa, são importantes.   Na figura humana, são de suma importância como desenham os olhos, braços, pernas, mãos, isto é, podem trazer simbolismos.  Quando conhecemos estes simbolismos e temos a sensibilidade de olhar para o desenho, podemos saber que sentimentos e simbolismos aquela criança trouxe nos seus traços e nas cores que usou, e ajuda-la ou conhece - la melhor. Nas árvores,  os troncos  e a copa são significativos. As omissões ou inclusões também tem muita importância. 
Ao olhar para um desenho é sempre importante, nos colocarmos dentro deste desenho.  Você deve parar, olhar o desenho, indo da esquerda para a direita, como se você estivesse lendo um texto, observar e sentir, que sentimentos este desenho lhe transmite? Alegria? Tristeza?  Solidão? Junto a este olhar, você pode agregar alguns simbolismos que você já conhece (por ex sobre as casas), e a partir destas informações, pode entender um pouco do que esta criança trouxe no seu desenho, e se houver necessidade conversar com ela, para tentar ajuda - la se for necessário. 
Vou convidar você a olhar alguns desenhos, entre no desenho, veja o que sente, imagine o que quem desenhou está sentindo, este é um exercício, bem importante. 
Nas primeiras vezes que fizer isso, você não vai sentir nada de especial, e vai encontrar dificuldade em buscar as simbologias (estas devemos aprender ), mas é uma questão de treino. Faça isso com os desenhos de seus filhos, ou alunos, tudo é uma questão de treino. 
Ok, já fez isso, não conseguiu? Tente de novo. Agora conseguiu perceber algo, como é a casinha ? Tem árvores? Como elas são? E as figuras humanas ? 
                       Abraços       
                                                Nancy Rabello 


quinta-feira, 23 de julho de 2015

OLHAR O DESENHO, É CONHECER UM POUCO QUEM DESENHA!!!

O desenho é uma linguagem. Esta afirmação faço sempre em minhas palestras, pois acredito nisso.  
O vocabulário desta linguagem são os traços, curvos, retos, fortes, fracos, cada pessoa tem sua marca ao desenhar, as cores que usa,  e o local onde coloca seus ´personagens, ela usa estes recursos e muitos outros para comunicar uma ideia, para contar algo.

Mas será que esta informação muda a atitude dos professores? Vejo que alguns dão pouca atenção ao desenho.  O consideram  somente como um recurso para que seus alunos fiquem quietos, entretidos, enquanto os demais terminam uma atividade.

Mas o desenho é muito mais que isso.

O desenho nos fala também por meio das cores que usa quem desenha, e dos locais onde alguns elementos estão colocados, e dos traços que fazemos. 
O centro da folha, quase sempre se refere à pessoa que desenha.


Vamos falar dos traços, traços retos nos mostram pessoas mais diretas sem muitos rodeios, já as linhas curvas podem indicar pessoas que fazem mais rodeios para falar, para resolver suas situações.

Os traços muitos fortes nos falam de pessoas que gostam de se impor, e são mais extrovertidos, já os traços frágeis nos falam de crianças mais tímidas ou inseguras. 

Sempre  nos apropriando dos nossos traçados, das formas que adquirimos com o  desenvolvimento do desenho, isso nos traz uma certa segurança ao desenhar, tipo “ eu sei fazer “ e é por isso que as garatujas voltam sempre aos nossos desenhos de adultos.  

Aqui vemos as garatujas que voltaram no morrinho, nas florzinhas, e na arvore. Você já tinha percebido isso. Observe o seu desenho, veja como sem pensar você faz garatujas. 


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Bom dia , estarei nesses próximos 15 dias postando algumas dicas de como você ( professor , coordenador , psicopedagogos ) devem observar o desenho infantil , isso faz toda a diferença. 

Ate porque como vocês já sabem, eu creio que o desenho é uma linguagem , então devemos nos acostumar com este vocabulário , que trás por meio de cores e formas , muitas simbologias.
 
Venham visitar minha pagina " o desenho infantil " e anote as dicas , elas serão valiosas , Abraços

domingo, 31 de maio de 2015

Novo espaço . 
O Espaço 226 , abre suas portas para seu primeiro Workshop : 



O protagonismo da Mulher nos contos de fadas 

Venham participar 







Também teremos atendimentos em psicologia , arteterapia, grupos de estudos , supervisão para TCC em arteterapia e psicopedagogia . 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Este artigo , fala sobre alguns aspectos que considero muito importantes  em relação ao Desenho Infantil , desta forma trago aqui para que vocês tomem conhecimento. 

O desenho é uma linguagem ,,,eu creio nisso , pois ele me conta muitas informações sobre quem desenha. 

Leia e descubra você também 

www.paisefilhos.com.br/crianca/10-curiosidades-sobre-o-desenho-do-seu-filho


sexta-feira, 8 de maio de 2015

Mães , mulheres sábias

Quero aqui falar das mães e das avós. Falar das mulheres sábias que por já terem um grande percurso tem muito a nós ensinar.
Para ser uma mulher sábia, não leva se em conta sua idade , creio que estas mulheres tem um espírito eternamente jovem , elas são , portadoras de um beleza interior impar , e tem muita curiosidade que é algo comum na juventude e sabe como ninguém usar sua criatividade, mesmo que já tenha uma idade avançada , tendo portanto a alma velha e sábia , e seu espirito é jovem. Creio que estas mulheres estão sempre em busca de novos conhecimentos, aprender mais as faz mais felizes, querem aprender de novo, ensinado a lutar para crescer sempre mais em sabedoria, em amor, sendo que desta feita,  estão gerando novas vidas sempre , direcionadas para o caminho do amor  e da compaixão pelos mais jovens.
Esta mulher tem poderes infinitos , sabe muito bem o que quer,  o que deseja , sabe dar o melhor de si. 
Este pequeno texto, é uma homenagem às mães, que buscam crescer em sabedoria com harmonia e amor e aquelas que já com certa idade  já são mulheres sábias , avós cheias de vida e de  força interior. Desejando que continuem este percurso, este trajeto de paz e amor incondicional.  

Feliz dia das mães !!!!!!

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Agende para os meses de JUNHO / JULHO e Agosto 
Palestras, Mini cursos e Workshop , sobre o tema do desenho infantil e suas simbologias .... sempre tendo como base o meu livro" O desenho infantil - entenda como a criança se comunica por meio de traços e cores - 
Agende em sua escola , na sua cidade in box 
Lembrando que sempre temos a Roda do Desenho e no final o olhar sobre o desenho 


 

 


quarta-feira, 22 de abril de 2015

                       Dia 22 de Abril , Dia do Arteterapeuta 

Sou arteterapeuta , adoro o que faço , me encanto com as possibilidades que a Arte e os conhecimentos , proporcionam àqueles que usam destes recursos  para auxiliar as pessoas à resignificar suas vidas , a se conhecerem melhor , aumentar sua auto estima. 

Por meio da  arte podemos  trazer  à tona , medos , inseguranças , tristezas , que ao se transformarem em criações como  desenhos , colagens , esculturas em argila, se tornam visíveis, e desta forma,  podem ser trabalhados. 

Este trabalho favorece mudanças, as quais são benéficas , trazendo os que participam dos grupos ,
a possibilidade de um novo olhar , sobre situações já vividas, criam novos caminhos. 

No meu percurso , tive muitas alegrias , pois verifiquei o quanto estas novas posturas ajudaram os grupos  que atendi . isso só me dá a certeza que estou no caminho certo , fazendo o que gosto ... 

Parabenizo aos meus amigos e amigas arteterapeutas , pelo nosso dia , pelo nosso trabalho. 

Grande abraço,

 Nancy 

  



sábado, 11 de abril de 2015

Como estamos preparando a grupo de estudos sobre contos de fadas , achei super interessante postar aqui este site. Nele você vai encontra os contos de Grimm .... 

Ate o dia do nosso grupo de estudos , trarei um conto . assim vamos lendo , para depois junto ao conteúdo teórico , discutir ..... 

http://www.grimmstories.com/pt/grimm_contos/index

Quando , lemos o conto de Cinderela , quais os sentimentos que você trabalha ? 

A gata borralheira (Cinderela)

Um conto de fadas dos Irmãos Grimm
8.1/10 - 751 votos


Era uma vez um homem muito rico, cuja mulher adoeceu. Esta, quando sentiu o fim aproximar-se, chamou a sua única filha à cabeceira e disse-lhe com muito amor:
-Amada filha, continua sempre boa e piedosa. O amor de Deus há de acompanhar-te sempre. Lá do céu velarei sempre por ti.
E dito isto, fechou os olhos e morreu.
A menina ia todos os dias para junto do túmulo da mãe chorar e regar a terra com suas lágrimas. E continuou boa e piedosa. Quando o inverno chegou, a neve fria e gelada da Europa cobriu o túmulo com um manto branco de neve. Quando o sol da primavera o derreteu, o seu pai casou-se com uma mulher ambiciosa e cruel que já tinha duas filhas parecidas com ela em tudo.

Mal se cruzou com elas a pobre órfã percebeu que nada de bom podia esperar delas, pois logo que a viram disseram-lhe com desprezo:
- O que é que esta moleca faz aqui? Vai para a cozinha, que é lá o teu lugar!!!
E a madrasta acrescentou:
- Têm razão, filhas. Ela será nossa empregada e terá que ganhar o pão com o seu trabalho diário.
Tiraram-lhe os seus lindos vestidos, vestiram-lhe um vestido muito velho e deram-lhe tamancos de madeira para calçar.
- E agora já para a cozinha! - disseram elas, rindo.

E, a partir desse dia, a menina passou a trabalhar arduamente, desde que o sol nascia até altas horas da noite: ia buscar água ao poço, acendia a lareira, cozinhava, lavava a roupa, costurava, esfregava o chão...
À noite, extenuada de trabalho, não tinha uma cama para descansar. Deitava-se perto da lareira, junto ao borralho (cinzas), razão pela qual puseram-lhe o apelido de Gata Borralheira.
Os dias se passavam e a sorte da menina não se alterava. Pelo contrário, as exigências da madrasta e das suas filhas eram cada vez maiores.
Um dia, o pai ia para a cidade e perguntou às duas enteadas o que queriam que ele lhes trouxesse.
- Lindos vestidos - disse uma.
- Jóias - disse a outra.
- E tu, filhinha, Gata Borralheira, o que queres? - perguntou-lhe o pai.
- Um ramo verde da primeira árvore que encontrares no caminho de volta.
Terminada a compra, ele comprou os vestidos para as enteadas e as jóias que tinham pedido e no caminho de regresso cortou para a filha um ramo da primeira árvore que encontrou. De uma Oliveira.
Ao chegar em casa, deu às enteadas o que lhe tinham pedido e entregou à filha um galho de oliveira, árvore que produz azitonas. Ela correu para junto do túmulo da mãe, enterrou o ramo na terra e chorou tanto que as lágrimas o regaram. Começou a crescer e tornou-se uma bela árvore.
A menina continuou a visitar o túmulo da mãe todos os dias e certa vez ouviu uma bonita pomba branca dizer-lhe:
- Não chores mais, minha querida. Lembra-te que, a partir de agora, cumprirei todos os teus desejos.
Pouco depois o rei anunciou a todo o reino que ia dar uma festa durante três dias para a qual estavam convidadas todas as jovens que queriam casar-se, a fim de que o príncipe herdeiro pudesse escolher a sua futura esposa.
Imediatamente as duas filhas da madrasta chamaram a Gata Borralheira e disseram-lhe:
- Penteia-nos e veste-nos, pois temos que ir ao baile do príncipe para que ele possa escolher qual de nós duas será a sua esposa.
A Gata Borralheira obedeceu humildemente. Mas quando viu as duas luxuosamente vestidas, desatou a chorar e suplicou à madrasta que também a deixasse ir ao baile.
- Ao baile, tu??? - respondeu ela - Já te olhaste ao espelho?
A madrasta, face à insistência da Gata Borralheira, acrescentou, ao mesmo tempo que atirava um pote de lentilhas para as cinzas:
- Está bem! Se separares as lentilhas em duas horas, irás conosco.
A menina saiu para o jardim a chorar e lembrando-se do que a pomba lhe tinha dito, expressou o seu primeiro desejo:
- Dócil pombinha, rolinhas e todos os passarinhos do céu, venham ajudar-me a separar as lentilhas.
- Os grãos bons no prato, e os maus no papo.

Duas pombinhas brancas, seguidas de duas rolinhas e de uma nuvem de passarinhos entraram pela janela da cozinha, e começaram a bicar as lentilhas. E muito antes de terminarem as duas horas concedidas, separaram as lentilhas. Entusiasmada, a menina foi mostrar à madrasta o prato com as lentilhas escolhidas. - Muito bem. – disse a madrasta, com ironia - Mas que vestido vais usar? E além disso, tu não sabes, dançar. Será melhor ficares em casa.
Desconsolada, a Gata Borralheira começou a chorar, ajoelhou-se aos pés da madrasta e voltou a suplicar-lhe que a deixasse ir ao baile.
- Está bem. - disse ela com cinismo - Dou-te outra oportunidade.
E voltou a espalhar dois potes de lentilhas sobre as cinzas.
- Se conseguires escolher as lentilhas numa hora, irás ao baile.
A doce menina saiu a correr para o jardim e gritou:
- Dóceis pombinhos, rolinhas e todos os passarinhos do céu, venham ajudar-me a separar as lentilhas.
- Os grãos bons no prato, e os ruins no papo.
De novo, duas pombas brancas entraram pela janela da cozinha, depois as pequenas rolas e um bando de passarinhos, e pic-pic-pic escolheram-nas e voaram para sair por onde entraram.
A menina logo correu e mostrou à madrasta as lentilhas escolhidas, mas de nada lhe serviu.
- Deixa-me em paz com as tuas lentilhas! Vaias ficar em casa e pronto! Ponto final! E cest fini. pronuncia-se: Cé finí).
Virou-lhe as costas e chamou as filhas.

Quando já não havia ninguém em casa, a Gata Borralheira foi junto ao túmulo da mãe, debaixo da oliveira, e gritou:
- Árvorezinha. Toca a abanar e a sacudir. Atira ouro e prata para eu me vestir.
A pomba que lhe tinha oferecido ajuda, apareceu sobre um ramo e, estendendo as asas, transformou os seus farrapos num lindíssimo vestido de baile e os seus tamancos em luxuosos sapatos bordados a ouro e prata.
Quando entrou no salão de baile, todos os presentes se admiraram perante tamanha beleza. Mas as mais surpreendidas foram as duas filhas da madrasta que estavam convencidas que seriam as mais belas da festa. Porém, nem elas, nem a madrasta ou o pai reconheceram a Gata Borralheira.
O príncipe ficou fascinado ao vê-la. Tomou-a pela mão e os dois começaram o baile. Durante toda a noite esteve ao seu lado e não permitiu que mais ninguém dançasse com ela.


Chegado o momento de se despedirem, o príncipe ofereceu-se para acompanhá-la, pois ardia de desejo por saber quem era aquela jovem e onde morava. Mas ela deu uma desculpa para se retirar por momentos e aproveitou para abandonar o palácio a correr e deixar em baixo de uma árvore o seu formoso vestido e os sapatos.
A pomba, que estava à sua espera, pegou neles com as suas patinhas e desapareceu na escuridão da noite. Ela vestiu o vestido cinzento, o avental e os tamancos e, como de costume, deitou-se junto à chaminé e adormeceu. No dia seguinte, quando se aproximou a hora do início do segundo baile, esperou até ouvir partir a carruagem e correu para junto da árvore:
- Árvorezinha. Toca a abanar e a sacudir. Atira ouro e prata para me vestir.

E de novo apareceu a pomba e a vestiu com um vestido ainda mais lindo que o da noite anterior e calçou-lhe uns sapatos que pareciam de ouro puro.A sua aparição no palácio causou sensação maior ainda do que da primeira vez. O próprio príncipe, que a esperava impaciente, sentiu-se ainda mais deslumbrado. Pegou-lhe na mão e, de novo, dançou com ela toda a noite.

Ao chegar a hora da despedida, o príncipe voltou a oferecer-se para acompanhá-la, mas ela insistiu que preferia voltar sozinha para casa. Mas desta vez o príncipe seguiu-a. De repente, parecia que tinha sido engolida pelo chão. Em vez de entrar em casa, a jovem Gata Borralheira, de vergonha, escondeu-se atrás de uma frondosa oliveira que havia no jardim. O príncipe continuou a procurá-la pelas redondezas, até que decepcionado regressou ao palácio.
A Gata Borralheira abandonou então o seu esconderijo, e quando a madrasta e as filhas chegaram ela já tinha tirado as vestes faustosas (bonitas) e posto os seus trapos velhos.
No terceiro dia, quando o pai fustigou o cavalo e a carruagem se afastou com a sua a esposa e filhas, a menina aproximou-se de novo da árvore e disse:
- Árvorezinha. Toca a abanar e a sacudir. Atira ouro e prata para me vestir.
E a pomba, uma vez mais, trouxe-lhe um vestido de sonho, de seda com aplicações de suntuoso chale e uns sapatos bordados a ouro para os seus pequeninos e delicados pés. E depois, colocou-lhe sobre os ombros uma capa de veludo dourado.
Quando entrou no salão de baile, a belíssima Gata Borralheira foi recebida com uma exclamação de assombro por parte de todos os presentes.
O príncipe apressou-se a beijar-lhe a mão e a abrir o baile, não se separando dela toda a noite.
Pouco antes da meia-noite, a jovem despediu-se do príncipe e pôs-se a correr. O príncipe não conseguiu alcançá-la mas encontrou na escadaria uns sapatinhos dourados que ela tinha perdido durante a sua precipitada fuga. Apanhou-o e apertou-o contra o coração.

Na manhã seguinte, mandou os seus mensageiros difundirem por todo o reino que se casaria com aquela que conseguisse calçar o precioso sapato.
Depois de todas as princesas, duquesas e condessas o terem inutilmente experimentado, ordenou aos seus emissários que o sapato fosse provado por todas as jovens, qualquer que fosse a sua condição social e financeira.
Quando chegaram à casa onde vivia a Gata Borralheira, a irmã mais velha insistiu que devia ser ela a primeira a experimentar e, acompanhada pela mãe que já a imaginava rainha, subiu ao quarto, convencida que lhe servia. Mas o seu pé era demasiado grande. Então a mãe, furiosa, obrigou-a a calçá-lo à força, dizendo-lhe:
- Embora te aperte agora, não te preocupes. Pensa que em breve serás rainha e não terás que andar a pé nunca mais.
A jovem disfarçou a dor que sentia e subiu para a carruagem, apresentando-se diante do filho do rei.
Embora ele tenha notado de imediato que aquela não era a bela desconhecida que conhecera no baile, teve que considerá-la como sua prometida. Montou-a no seu cavalo e foram juntos dar um passeio. Mas, ao passar diante de uma frondosa árvore, viu sobre os seus ramos duas pombas brancas que o advertiram:
- Olha para o pé da donzela, e verás que o sapato não é dela...
O príncipe desmontou e tirou-lhe o sapato. E ao ver como o pé estava roxo e inchado, percebeu que tinha sido enganado. Voltou à casa e ordenou que a outra irmã experimentasse o sapato.
A irmã mais nova subiu ao quarto, acompanhada da mãe, e tentou calçá-lo. Mas o seu pé também era demasiado grande.
E a mãe obrigou-a a calçá-lo à força, dizendo-lhe:
- Embora te aperte agora, não te preocupes. Pensa que em breve serás rainha e não terás que andar a pé nunca mais.
A filha obedeceu, enfiou o pé no sapato e, dissimulando a dor, apresentou-se ao príncipe que, apesar de ver que ela não era a bela desconhecida do baile, teve que considerá-la como sua prometida. Montou-a no seu cavalo e levou-a a passear pelo mesmo sítio onde levara a sua irmã. Ao passar diante da árvore onde estavam as duas pombas, ouviu-as de novo adverti-lo:
- Olha para o pé da donzela, e verás que o sapato não é dela...
O príncipe tirou-lhe o sapato e ao ver que tinha o pé ainda mais inchado que a irmã, percebeu que também ela o tinha enganado.
- Aqui vos trago esta impostora. E dai graças a Deus por não ordenar que sejam castigadas. Mas se ainda tendes outra filha, estou disposto a dar-vos nova oportunidade e eu mesmo lhe calçarei o sapato.
- Não. Não temos mais filhas - disse a madrasta.
Mas o pai acrescentou:
- Bem, a verdade é que tenho uma filha do meu primeiro casamento, aa qual vive conosco. É ela que faz a limpeza da casa e por isso anda sempre suja. É a Gata Borralheira.
- As minhas ordens dizem que todas as jovens sem exceção devem experimentar o sapato. Tragam-na à minha presença. Eu mesmo lho calçarei.
A Gata Borralheira tirou um dos pesados tamancos e calçou o sapato sem o menor esforço. Coube-lhe perfeitamente.
O príncipe, maravilhado, olhou bem para ela e reconheceu a formosa donzela com quem tinha dançado.
- A minha amada desconhecida! - exclamou ele - Só tu serás minha dona e senhora.
O príncipe, radiante de felicidade, sentou-a ao seu lado no cavalo e tomou o mesmo caminho por onde tinha ido com as duas impostoras. Pouco depois, ao aproximar-se da árvore onde estavam as pombas, ouviu-as dizer:
- Continua, Príncipe , a tua cavalgada, pois a dona do sapato já foi encontrada.
As pombas pousaram sobre os ombros da jovem e os seus farrapos transformaram-se no deslumbrante vestido que ela tinha levado ao último baile.
Chegaram ao palácio e de imediato foi celebrado o casamento. Quando os habitantes do reino souberam da forma como o maado e desnaturado pai, a madrasta e as duas filhas tinham tratado aquela que agora era a sua adorada princesa, começaram a desprezá-los de tal modo que eles tiveram que abandonar o país.
A princesa, fiel à promessa feita à mãe, continuou a ser piedosa e bondosa como sempre e continuou a visitar o seu túmulo e a orar debaixo da árvore, testemunha de tantas dores e alegrias.


* * * FIM * * *

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Como estamos preparando a grupo de estudos sobre contos de fadas , achei super interessante postar aqui este site. Nele você vai encontra os contos de Grimm .... 

Ate o dia do nosso grupo de estudos , trarei um conto . assim vamos lendo , para depois junto ao conteúdo teórico , discutir 

http://www.grimmstories.com/pt/grimm_contos/index


O conto de hoje !!!!!

O que a Bruxa deste conto nos traz de ensinamento ? 

Rapunzel

Um conto de fadas dos Irmãos Grimm
8.1/10 - 912 votos


Era uma vez um casal que há muito tempo desejava inutilmente ter um filho. Os anos se passavam, e seu sonho não se realizava. Afinal, um belo dia, a mulher percebeu que Deus ouvira suas preces. Ela ia ter uma criança!
Por uma janelinha que havia na parte dos fundos da casa deles, era possível ver, no quintal vizinho, um magnífico jardim cheio das mais lindas flores e das mais viçosas hortaliças. Mas em torno de tudo se erguia um muro altíssimo, que ninguém se atrevia a escalar. Afinal, era a propriedade de uma feiticeira muito temida e poderosa.
Um dia, espiando pela janelinha, a mulher se admirou ao ver um canteiro cheio dos mais belos pés de rabanete que jamais imaginara. As folhas eram tão verdes e fresquinhas que abriram seu apetite. E ela sentiu um enorme desejo de provar os rabanetes.
A cada dia seu desejo aumentava mais. Mas ela sabia que não havia jeito de conseguir o que queria e por isso foi ficando triste, abatida e com um aspecto doentio, até que um dia o marido se assustou e perguntou:
- O que está acontecendo contigo, querida?
- Ah! - respondeu ela. - Se não comer um rabanete do jardim da feiticeira, vou morrer logo, logo!
O marido, que a amava muito, pensou: "Não posso deixar minha mulher morrer… Tenho que conseguir esses rabanetes, custe o que custar!"
Ao anoitecer, ele encostou uma escada no muro, pulou para o quintal vizinho, arrancou apressadamente um punhado de rabanetes e levou para a mulher. Mais que depressa, ela preparou uma salada que comeu imediatamente, deliciada. Ela achou o sabor da salada tão bom, mas tão bom, que no dia seguinte seu desejo de comer rabanetes ficou ainda mais forte. Para sossegá-la, o marido prometeu-lhe que iria buscar mais um pouco.
Quando a noite chegou, pulou novamente o muro mas, mal pisou no chão do outro lado, levou um tremendo susto: de pé, diante dele, estava a feiticeira.
- Como se atreve a entrar no meu quintal como um ladrão, para roubar meus rabanetes? - perguntou ela com os olhos chispando de raiva. - Vai ver só o que te espera!
- Oh! Tenha piedade! - implorou o homem. - Só fiz isso porque fui obrigado! Minha mulher viu seus rabanetes pela nossa janela e sentiu tanta vontade de comê-los, mas tanta vontade, que na certa morrerá se eu não levar alguns!
A feiticeira se acalmou e disse:
- Se é assim como diz, deixo você levar quantos rabanetes quiser, mas com uma condição: irá me dar a criança que sua mulher vai ter. Cuidarei dela como se fosse sua própria mãe, e nada lhe faltará.
O homem estava tão apavorado, que concordou. Pouco tempo depois, o bebê nasceu. Era uma menina. A feiticeira surgiu no mesmo instante, deu à criança o nome de Rapunzel e levou-a embora.
Rapunzel cresceu e se tomou a mais linda criança sob o sol. Quando fez doze anos, a feiticeira trancou-a no alto de uma torre, no meio da floresta.
A torre não possuía nem escada, nem porta: apenas uma janelinha, no lugar mais alto. Quando a velha desejava entrar, ficava embaixo da janela e gritava:
- Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!
Rapunzel tinha magníficos cabelos compridos, finos como fios de ouro. Quando ouvia o chamado da velha, abria a janela, desenrolava as tranças e jogava-as para fora. As tranças caíam vinte metros abaixo, e por elas a feiticeira subia.
Alguns anos depois, o filho do rei estava cavalgando pela floresta e passou perto da torre. Ouviu um canto tão bonito que parou, encantado.
Rapunzel, para espantar a solidão, cantava para si mesma com sua doce voz.
Imediatamente o príncipe quis subir, procurou uma porta por toda parte, mas não encontrou. Inconformado, voltou para casa. Mas o maravilhoso canto tocara seu coração de tal maneira que ele começou a ir para a floresta todos os dias, querendo ouvi-lo outra vez.
Em uma dessas vezes, o príncipe estava descansando atrás de uma árvore e viu a feiticeira aproximar-se da torre e gritar: "Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!." E viu quando a feiticeira subiu pelas tranças.
"É essa a escada pela qual se sobe?," pensou o príncipe. "Pois eu vou tentar a sorte…."
No dia seguinte, quando escureceu, ele se aproximou da torre e, bem embaixo da janelinha, gritou:
- Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!
As tranças caíram pela janela abaixo, e ele subiu.
Rapunzel ficou muito assustada ao vê-lo entrar, pois jamais tinha visto um homem.
Mas o príncipe falou-lhe com muita doçura e contou como seu coração ficara transtornado desde que a ouvira cantar, explicando que não teria sossego enquanto não a conhecesse.
Rapunzel foi se acalmando, e quando o príncipe lhe perguntou se o aceitava como marido, reparou que ele era jovem e belo, e pensou: "Ele é mil vezes preferível à velha senhora…." E, pondo a mão dela sobre a dele, respondeu:
- Sim! Eu quero ir com você! Mas não sei como descer… Sempre que vier me ver, traga uma meada de seda. Com ela vou trançar uma escada e, quando ficar pronta, eu desço, e você me leva no seu cavalo.
Combinaram que ele sempre viria ao cair da noite, porque a velha costumava vir durante o dia. Assim foi, e a feiticeira de nada desconfiava até que um dia Rapunzel, sem querer, perguntou a ela:
- Diga-me, senhora, como é que lhe custa tanto subir, enquanto o jovem filho do rei chega aqui num instantinho?
- Ah, menina ruim! - gritou a feiticeira. - Pensei que tinha isolado você do mundo, e você me engana!
Na sua fúria, agarrou Rapunzel pelo cabelos e esbofeteou-a. Depois, com a outra mão, pegou uma tesoura e tec, tec! cortou as belas tranças, largando-as no chão.
Não contente, a malvada levou a pobre menina para um deserto e abandonou-a ali, para que sofresse e passasse todo tipo de privação.
Na tarde do mesmo dia em que Rapunzel foi expulsa, a feiticeira prendeu as longas tranças num gancho da janela e ficou esperando. Quando o príncipe veio e chamou: "Rapunzel! Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!," ela deixou as tranças caírem para fora e ficou esperando.
Ao entrar, o pobre rapaz não encontrou sua querida Rapunzel, mas sim a terrível feiticeira. Com um olhar chamejante de ódio, ela gritou zombeteira:
- Ah, ah! Você veio buscar sua amada? Pois a linda avezinha não está mais no ninho, nem canta mais! O gato apanhou-a, levou-a, e agora vai arranhar os seus olhos! Nunca mais você verá Rapunzel! Ela está perdida para você!
Ao ouvir isso, o príncipe ficou fora de si e, em seu desespero, se atirou pela janela. O jovem não morreu, mas caiu sobre espinhos que furaram seus olhos e ele ficou cego.
Desesperado, ficou perambulando pela floresta, alimentando-se apenas de frutos e raízes, sem fazer outra coisa que se lamentar e chorar a perda da amada.
Passaram-se os anos. Um dia, por acaso, o príncipe chegou ao deserto no qual Rapunzel vivia, na maior tristeza, com seus filhos gêmeos, um menino e uma menina, que haviam nascido ali.
Ouvindo uma voz que lhe pareceu familiar, o príncipe caminhou na direção de Rapunzel. Assim que chegou perto, ela logo o reconheceu e se atirou em seus braços, a chorar.
Duas das lágrimas da moça caíram nos olhos dele e, no mesmo instante, o príncipe recuperou a visão e ficou enxergando tão bem quanto antes.
Então, levou Rapunzel e as crianças para seu reino, onde foram recebidos com grande alegria. Ali viveram felizes e contentes.


* * * FIM * * *

quinta-feira, 9 de abril de 2015



Vc gosta de Contos de fadas?    CONTOS DE FADAS  GRUPO DE ESTUDOS ON LINE
Com Adriana Leopold e Nancy Rabello

A partir de Maio, estaremos realizando um grupo de estudos online para quem deseja aprofundar os conhecimentos sobre Contos de Fadas.
Serão 2 encontros mensais - de Maio a Outubro-, com datas previamente estabelecidas e cada encontro terá duração de 2 horas. Cada dia, discutiremos um ou dois textos que abordarão o percurso dos contos de fadas, a importância da tradição oral, o olhar Junguiano sobre os contos, a simbologia presente, os contos em outras culturas, entre outros...

OS ENCONTROS TERÃO TEMAS COMO: PERCURSO DOS CONTOS DE FADAS, A IMPORTÂNCIA DA TRADIÇÃO ORAL, UM OLHAR JUNGUIANO SOBRE OS CONTOS, SIMBOLOGIA PRESENTE NOS CONTOS, ENTRE OUTROS...

Valor mensal: R$80,00 (a ser pago a vista ou até o dia 06 de cada mês)    INSCRIÇÕES nancytrindade07@gmail.com


CONTOS DE FADAS      GRUPO DE ESTUDOS ON LINE
Com Adriana Leopold e Nancy Rabello
DOIS ENCONTROS MENSAIS
DE MAIO A OUTUBRO
Quartas das 19:30 às 21:30
Datas dos encontros:
Maio: 13 e 27.
Junho: 10 e 24.
Julho: 8 e 22.
Agosto: 12 e 26.
Setembro: 09 e 23.
Outubro: 07 e 21

Os encontros serão online, via Skype.

CONTATO: ADRIANA.LEOPOLD@GMAIL.COM  e   NANCYTRINDADE07@GMAIL.COM

quarta-feira, 1 de abril de 2015

  Feliz Páscoa.  



Por mais difícil que seja  a passagem ,  esta sempre lhe sera benéfica.
Na vida passamos por várias destas passagens ;e  passar por cada etapa requer garra , vontade de chegar do outro lado , vontade de atingir novos caminhos . 
Então nessa Páscoa , aproveite , reúna suas forças e vá mais uma vez transpor : obstáculos, dificuldades, tormentas  , vá sempre em frente , seu objetivo esta lá .  Vá buscá - lo. 
Feliz Páscoa 
Feliz passagem
  
  

segunda-feira, 9 de março de 2015

Contos de fadas  e  desenhos  ( um olhar para nosso workshop ) 
                                                               
                      Parceira de  Nancy Rabello e a Adriana Leopold  


Trabalhamos no workshop “ O conto de fada e a arteterapia : o despertar para a criatividade” ,  neste dia 7 de março, com estes dois recursos , os contos de fadas que trazem muitos conteúdos simbólicos nas suas entrelinhas,  e com os desenhos que também trazem conteúdos simbólicos, por meio de traços , cores e formas .

Acreditamos que estes recursos possibilitam um trabalho muito interessante  para crianças e até mesmo adultos, pois é por meio dos símbolos que trazemos á nossa consciência , o que esta por vezes adormecido no nosso inconsciente e quando vem à tona nos possibilita olhar para ele, e então trabalhar com seus diferentes aspectos.

Estés (2005) coloca que as imagens mais inalteráveis estão inseridas nas teias do que chamamos de contos de fadas... Furth (2006) fala que a linguagem das imagens é uma linguagem do inconsciente, que surge quando a voz da nossa consciência falha. 
As imagens surgem sem precisarmos pensar...  Elas aparecem rapidamente. Isso é visível quando realizo a roda de desenho. O desenho é uma representação que é única, pois cada um de nós tem um traçado, uma forma de passar ou de comunicar uma ideia, usando para isso as imagens, os signos e os símbolos.

 Nesse Workshop também falamos sobre arteterapia e sobre a criatividade, visto que a base para este nossos trabalho esta na arteterapia, fundamentada em Jung. Buscando sempre favorecer ao individuo a possibilidade de ser a cada dia mais criativo.

              BIBLIOGRAFIA 

 Contos dos Irmãos Grimm ( 2005) 
 Dra  Clarissa P. Éstes 

O mundo secreto dos desenhos ( 2006) 
- uma abordagem junguiana
Gregg M. Furt 

terça-feira, 3 de março de 2015

De antemão gostaríamos de agradecer a todos pelo interesse! Temos somente 3 vagas em aberto para o curso que acontecerá esse Sábado!

IMPORTANTE! Não teremos opção de inscrição e pagamento no dia do evento. Em função de estarmos com a limitação do espaço, somente quem estiver com a inscrição confirmada pelo site ou pelo e-mail poderá participar. Agradecemos a compreensão!






sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015


Gente , tivemos que mudar as datas dos eventos de SETE LAGOAS, PORTANTO PRESTEM ATENÇÃO !!! 
NOVA DATA : 15/05 e 16/05 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015






Os Contos de Fadas transmitem, através dos tempos, mensagens que nos auxiliam a lidar com diferentes situações da vida. Este Workshop visa o despertar para esta simbologia através do desenho como recurso em Arteterapia. 



Vem conhecer estes dois importantes recursos arteterapeuticos . 
Dia 7 de março em SP .... IMPERDÍVEL !!!!!!!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Em março estarei ministrando Workshop em SP e Minicursos e uma Palestra em Sete Lagoas
aqui em SP Vem conferir 

O mini curso e a palestra em Sete Lagoas 

Esperando  por  todos